
Como o nosso mundo tá doente
Dependente de algo que não existe
Agarrado à ideia que tudo é fácil
Apegado de tal maneira a algo ilusório
Que se torna cego à vista de todos.
Como tudo a nossa volta desaparece
Como a cada segundo se perde tudo o que se ganhou
Como a cada segundo nos magoamos mais
Do que algum dia teremos capacidade para sentir
Como a cada momento
Nos perdemos no Mundo que nos quer iludir.
Como as pessoas à nossa volta nos passam a frente
Nos esquecem, como nós as esquecemos
Nos viram as costas mesmo não querendo
Nos deixam sozinhos sabendo nós que nunca estivémos acompanhados.
Como cada pedra que ultrapassámos nos aparece de novo no caminho
Nos faz tropeçar mesmo quando pensámos que já a tinhamos deixado para trás
Como ela nos mostra que passando ao lado dela
Nunca aprenderemos o que fazer
Se ela nos aparecer de novo à frente,
Nos mostra que ao tropeçar é que arranjaremos força para nos erguer
Cada vez que essa pedra aparecer.
Como cada lágrima que deitamos leva a nossa mágoa
Nos livra de guardar para nós tudo o que devemos deitar fora
Nos resguarda de todo o aperto que não nos deixa respirar
Que não nos deixa voltar a sentir
Voltar a sonhar.
Como cada eu que passo na rua
Indiferente a quem passa por mim
Olhando para a frente, iludida por algo
Que me mostra o que quero ver
Sem me mostrar a verdadeira realidade
Por ser tão dura para mim!
Dependente de algo que não existe
Agarrado à ideia que tudo é fácil
Apegado de tal maneira a algo ilusório
Que se torna cego à vista de todos.
Como tudo a nossa volta desaparece
Como a cada segundo se perde tudo o que se ganhou
Como a cada segundo nos magoamos mais
Do que algum dia teremos capacidade para sentir
Como a cada momento
Nos perdemos no Mundo que nos quer iludir.
Como as pessoas à nossa volta nos passam a frente
Nos esquecem, como nós as esquecemos
Nos viram as costas mesmo não querendo
Nos deixam sozinhos sabendo nós que nunca estivémos acompanhados.
Como cada pedra que ultrapassámos nos aparece de novo no caminho
Nos faz tropeçar mesmo quando pensámos que já a tinhamos deixado para trás
Como ela nos mostra que passando ao lado dela
Nunca aprenderemos o que fazer
Se ela nos aparecer de novo à frente,
Nos mostra que ao tropeçar é que arranjaremos força para nos erguer
Cada vez que essa pedra aparecer.
Como cada lágrima que deitamos leva a nossa mágoa
Nos livra de guardar para nós tudo o que devemos deitar fora
Nos resguarda de todo o aperto que não nos deixa respirar
Que não nos deixa voltar a sentir
Voltar a sonhar.
Como cada eu que passo na rua
Indiferente a quem passa por mim
Olhando para a frente, iludida por algo
Que me mostra o que quero ver
Sem me mostrar a verdadeira realidade
Por ser tão dura para mim!
