No amor que se evapora
Tal qual água do mar
Se perde o nós que havia
Numa onda que rebenta na terra
Não tendo como voltar.
No amor que sinto
Sem sentir o teu de volta
Cada vez que olho para mim minto
Cada vez que olho para ti
O meu coração se revolta.
Sinto dor, desejo, paixão
Controlo cada olhar que solto
Cada beijo que te dou em segredo
Controlo o que sinto,
Deixo-o preso no meu coração.
Em cada piscar de olhos
Que uma lágrima deixa fugir
Escondo por trás do sorriso
O que me magoa
O que sinto, o que devia sentir.
Sinto que morreu o que éramos
Sinto que rebentou sobre terra
Tudo aquilo que sentiamos
Quem me dera voltar atrás, quem me dera
Desejo-te mais
Do que aquilo a que nos permitimos.
Deixa-me falar sem esconder
Mostrar que só te quero esquecer
Dá-me para trás, deixa morrer
Cada palavra que dissemos
Cada amo-te que nos surgiu
E que neste momento só me faz sofrer.
Ainda te amo foda-se!!!!
domingo, 28 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Só meu...
Neste mundo meu
Cheio dos sonhos iludidos
Vivo intensamente cada momento sentido
Cada sonho perdido
E reavivado pela palavra que paira no meu eu.
Esqueço do real que me rodeia
Para viver a ilusão que está à minha frente
Tenho medo! Esqueço que se sofre
Mudo para o mundo onde eu sou diferente
Onde eu não sou o eu presente
Sou o eu da ilusão
Que no meu mundo real criei.
Numa palavra sem sentido
Encontro o rumo do meu viver
Alcanço o mais verdadeiro do meu ser
Deixo de sentir
Esqueço o querer
Vivo o que está na minha frente
Que na realidade é o que tenho que esquecer.
No conjunto do morrer dos sonhos
Nascem os sonhos que não posso perder
Reavivo os que não querem viver
Para no mundo da ilusão que criei
Puder vivê-los, senti-los
Esquecer da realidade que temo
E que nunca viverei.
Cheio dos sonhos iludidos
Vivo intensamente cada momento sentido
Cada sonho perdido
E reavivado pela palavra que paira no meu eu.
Esqueço do real que me rodeia
Para viver a ilusão que está à minha frente
Tenho medo! Esqueço que se sofre
Mudo para o mundo onde eu sou diferente
Onde eu não sou o eu presente
Sou o eu da ilusão
Que no meu mundo real criei.
Numa palavra sem sentido
Encontro o rumo do meu viver
Alcanço o mais verdadeiro do meu ser
Deixo de sentir
Esqueço o querer
Vivo o que está na minha frente
Que na realidade é o que tenho que esquecer.
No conjunto do morrer dos sonhos
Nascem os sonhos que não posso perder
Reavivo os que não querem viver
Para no mundo da ilusão que criei
Puder vivê-los, senti-los
Esquecer da realidade que temo
E que nunca viverei.
Assinar:
Postagens (Atom)
